• A Matéria Amada

GÊNERO: Poesia

FORMATO: 14X21 | ANO: 2017                      

PÁGINAS: 106  | Pólen Bold 90 gr


SINOPSE:

A matéria se mostra na obra de Severino, digna dos méritos de clamor, uma vez que a vida se exibe em cada coisa tangível, os pássaros, os vaga-lumes, ainda mais, esta mesma matéria é referenciada nos seus aspectos abstratos, uma vez que, a morte, as dores, angústias e alegrias existem e se reconhecem à medida que podem modificar o bruto existente neste universo manifesto. Severino abre sua obra com o poema “A Terra É Azul” introduzindo o abordar da vida, com versos que sacralizam a imprevisibilidade do futuro, o poder rejuvenescer do inesperado porvir, no manto de frescas possibilidades contidas na novidade de um não manipulável futuro. Esta poesia ainda, traz as referências de divindades angelicais, dizendo mesmo da parcela humana dos entes mais sublimes, que visto tamanha potencialidade desta vida planetária, também se cegam como meros mortais frente aos desdobramentos mundanos. Estas poesias, nem tão breves, desenrolam-se por várias páginas em uma disposição livre dispondo-se entre recuos e artifícios estéticos que potencializam a arte do escritor, este mesmo que aponta a universalidade criadora contida em essência no homem, assemelhando este homos sapiens a um ser de potencial gigantesco, assim como o da exuberante natureza. A repetição das palavras “matéria amada” reforçam a adoração pela vida, como se em destacando a amabilidade dedicada aos acontecimentos e existências deste universo, trouxesse a possibilidade de uma felicidade expectadora, mesmo diante de cada consequência, má ou boa, desejada ou não. Severino coloca como artista, o afeto que ressoa da apreciação desta matéria amada, intercalando nesta quase adoração, a percepção desta vida pulsante, para enfatizar, novamente a transcendência do viver.





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