• Artefatos

GÊNERO: Poesia                      

FORMATO: 14X21      | ANO: 2017               

PÁGINAS: 114 | Pólen Bold 90 gr




SINOPSE:

Artefatos adora a arte com a mais sublime conquista humana. O autor que fala sobre a fragmentação do homem, a voraz necessidade de vencer na vida, de conquistar, também confessa em seus versos as suas falhas, as suas derrotas. Em seu poema chamado “Elegia Primeira – Confissões”, o autor se desnuda deixando a mostra as suas fragilidades, não se contém ou se intimida ao declamar “um corpo sem leme”, “uma casa sem janelas”, ao referir-se a sua própria condição de batalhador, muitas vezes de perdedor. Após expor paulatinamente várias confissões que apontam para suas derrotas, o poeta finaliza sua elegia com a conclusão de que a arte é a mais redentora conquista do humano. O autor que tanto poder atribui a poesia, a música, a arte, também especula o significado desta transcendência, no seu poema “Primeira Pessoa”, o escritor afirma que o pronome deve vir sinceramente em sua essência, mesmo que ele traga a face cruel dos fatos, os xingos, as tristezas, “não se lava o pronome / não se faz cirurgia no pronome”, apenas se aceita a poesia como ela aparece ao seu elaborador. Reconhecendo o valor da arte o autor afirma que é necessário se despir dos mitos, das crenças, da erudição e aceitar as tempestades, as lutas, porque no final das contas, a trajetória de perdas, erros e acertos são as responsáveis por dar sentido à vida.




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Etiquetas: Lampejos