• Minha Estampa é da Cor do Tempo

GÊNERO: Poesias

FORMATO: 14X21 |  ANO: 2018

PÁGINAS:  162 | Pólen Bold 90gr

 


    SINOPSE:

Nos vários versos intitulados “Estampas”, a natureza surge como complemento a um eu-lírico adorador das causas ecológicas. Na poesia “À La Manuel de Barros”, o poeta fala da insistência dos seus amigos para que ele se torne um cara mais tecnológico, no entanto o eu-lírico prefere assistir do seu quarto o espetáculo da movimentação das nuvens no espaço aberto de horizonte, da mesma maneira que o escritor imprimi nos seus versos, a sua relação íntima com os animais, as, flores, as folhas.

A natureza cíclica movimenta-se denunciando a passagem do tempo, seja quando o poeta fala de ipês tão desflorados que nem mesmo o vento consegue lhe retirar sons, ou também quando fala do canto das rolinhas refletindo o vácuo das horas indigestas.
          O poeta é o “menino-pássaro” que tenta medir as asas do horizonte, desconectando-se das percepções da realidade, tão repleta de dores, neste sentido, o autor contempla não a beleza ou a parcimônia das folhas se desprendendo da copa das árvores, ou das andorinhas se revirando de frio, mas sim, adora e admira a abrangência imensurável da natureza que elucida, por sua vez, a passagem do tempo.


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Etiquetas: Candeeiro