• Saramboke

GÊNERO: Poesia

FORMATO: 14X21 | ANO: 2016                      

PÁGINAS: 162  | Pólen Bold 90 gr



SINOPSE:

“ Saramboke”, palavra importante na obra de Elizeu, escolhida como título, diz de um lugar tão sublime que pode se situar nas curvas das sensibilidades, porque, já na abertura da obra, o autor diz os motivos que o impulsionaram a deixar “Saramboke”. Como se este lugar existisse flutuante, esfera aparte da Terra, onde o homem pode meditar, refletir, em um instante de pausa; para então se aventurar novamente no cotidiano. As palavras “pedra” são utilizadas amplamente na poesia como se simbolizassem o caminho último para o qual o homem se dirige, moldando seu interior com aridez, frente a amorfo dos sentidos que são gastos nas dificuldades da rotina. Assuntos como a morte recheiam esta poesia, ao mesmo tempo em que, o “Eu” é explorado na implacabilidade e certeza do seu findar. O autor aponta a necessidade da meditação e desenvolvimento dos sentidos. Cita o avolumado da cultura, trazedora de rebuscamentos, mas que acabam por desorientar o homem, que a um tempo, necessita de novos ares; Rimbaud. Baudelaire, filósofos, escritores, intelectuais, todos descartados e humilhados pela onipotência da vida, pois o Destino, e somente o destino, com suas forças e intenções desconhecidas, tem a capacidade de conduzir o pequeno ser humano, por sobre outros lugares, outros rumos, outras sinas. Saindo da meditação reflexiva de sua estadia em “Saramboke”, Elizeu enfrenta, a realidade. As pedras levitadas no sopro da poesia, apontando que o homem precisa encontrar o seu refúgio, sussurrando amigavelmente, que este lugar de pausas e silêncio existe sobre a forma das palavras, nos moldes de poesia.


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Saramboke

  • R$20,00

Etiquetas: Candeeiro